Sim, desde que não haja agressões físicas ou verbais. Contudo, devemos observar as estratégias que os alunos empregam para solucionar os conflitos e, com base nelas, planejar mediações que os ajudem a superar dificuldades.
Crianças e jovens têm capacidade limitada de resolver problemas, controlar impulsos e alinhar perspectivas. Quando não conseguem sozinhos, precisam de apoio. Isso não significa assumir um conflito que é deles, tirando-os do processo de resolução. Ao dizer "Seu amigo ficou magoado. Que tal revezar o computador?", solucionamos a questão por ele e dificultamos que aprenda a se colocar. A postura é semelhante à do professor que resolve os exercícios antes que os alunos o façam.
Incentive a tomada de consciência: estimule a reconstituição do fato, promova a reflexão sobre ele e sugira que apresentem outras possibilidades de ação. É importante avaliar a hora de agir. Se estiverem com raiva, peça que se separem. Percebendo que resolveram o conflito, deixe para lá.
Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/situacoes-conflito-devemos-aguardar-solucoes-estudantes-antes-intervir-651288.shtml








